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terça-feira, 3 de maio de 2011
Caixas-pretas de voo 447 da Air France são encontradas
Em 1º de maio de 2011 a BEA anunciou que localizou e resgatou a caixa preta do avião com os dados de vôo .
Voo Air France 447 foi um voo regular de longo curso operado pela companhia francesa Air France entre Rio de Janeiro e Paris. Tornou-se conhecido pelo acidente aéreo ocorrido durante o voo da noite de 31 de maio para 1 de junho de 2009, efectuado pelo Airbus A330-203, quando a aeronave despenhou-se no Oceano Atlântico com 228 pessoas a bordo.
O avião, um Airbus A330-203, de matrícula F-GZCP, partiu do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro-Galeão a 31 de maio de 2009, às 19h03min locais (22h03 UTC), e deveria chegar ao Aeroporto de Paris-Charles de Gaulle aproximadamente 11 horas depois. O último contato humano com a tripulação foram mensagens de rotina enviadas aos controladores de terra brasileiros 3 horas e 30 minutos após o início do voo, quando o avião se aproximava do limite de vigilância dos radares brasileiros, cruzando o Oceano Atlântico en route, seguindo para a costa senegalesa, na África Ocidental, onde voltaria a ser coberto por radares. Quarenta minutos mais tarde, uma série de mensagens automáticas emitidas pelo ACARS (Acrônimo de Aircraft Communications Addressing and Reporting System, ou Sistema Digirido de Comunicação e Informação Aeronáutica, em português) foram enviadas pelo avião, indicando problemas elétricos e de perda da pressurização de cabine na aeronave, sem que houvesse outras indicações de problemas.
Após ter falhada a esperada aparição nos radares senegaleses e não ter sido possível o contato com o controle de tráfego aéreo de ambos os lados do Oceano Atlântico, teve início uma busca pelo avião. Posteriormente a aeronave foi dada como perdida, tomando como base suas reservas de combustível e o tempo decorrido.[2]
Em 2 de junho foram reportadas observações aéreas e marítimas de destroços no oceano, perto da última localização conhecida do aparelho.[3] À medida que as buscas continuaram, a França enviou o navio de pesquisa Pourquoi Pas ?, equipado com dois mini-submarinos capazes de realizar buscas a uma profundidade de 4.700 m. O Brasil enviou cinco navios para o local, dentre os quais um navio-tanque para prolongar as buscas na área. O porta voz da marinha brasileira afirmou que a existência de destroços pode ser um indício de que há sobreviventes.
O avião transportava 216 passageiros e 12 tripulantes.[4][5]
Na tarde de 2 de junho o ministro da defesa do Brasil, Nelson Jobim, confirmou a queda do avião no Oceano Atlântico, na área onde foram avistados os destroços. Na noite do mesmo dia o presidente brasileiro em exercício, José Alencar, tendo em vista a localização do acidente em alto-mar, decretou luto nacional por três dias, em memória às vítimas da tragédia. A 3 de junho o Estado Maior do Exército francês confirmou que os destroços encontrados se tratam do Airbus desaparecido.
Em 3 de abril de 2011, a BEA anunciou que, após novas buscas no oceano, localizou e que iria recolher diversos destroços.[6] Também foi anunciado que corpos foram vistos entre os destroços.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
RUMORES DE QUE FALSA MORTE DE TERRORISTA SERIA UM GOLPE POLÍTICO DOS EUA.
Diversas opiniões que contradizem a onda de euforia vivida pelos Norte Americanos,são fortalecidas diante toda ação realizada as "escuras" dentro do Paquistão.A não divulgação de imagens, somado a pressa em se livrar do corpo do terrorista, faz com que haja reais e expressivas dúvidas não divulgadas nos veículos de massa oficiais do mundo todo.
Apesar de quase sempre contraditório o primeiro ministro da Itália Silvio Berluscone se referiu aos eventos internacionais em sua chegada ao Palácio de Justiça de Milão, definindo a morte de Bin Laden como um "grande resultado na luta contra o mal e o terrorismo",apesar de lamentar tanta "festa" em cima da morte do mesmo.
"A morte é sempre morte, mas pensando no que Bin Laden significou com o massacre de 2001, acho que é algo que todos olharão com esperança e pelo qual vão ficar satisfeitos. Todo mundo esperava esta notícia há dez anos", acrescentou.
A verdade é que parece bem conveniênte o resultado desta ação diante o fracasso da política econômica de Obama e a corrente contrária a reeleição do atual presidênte dos EUA.
Não podemos negar que condenamos quaisquer atos terroristas e como um pais democrático que somos buscamos tudo dentro do diálogo, o que realmente não é possível com os extremistas do Oriente Médio, mas saber da resultante destas atuações, e vendo os EUA protagonistas de uma operação que resultou em mortes mais uma vez em solo estrangeiro, sem conhecimento do proprio Paquistão é coisa mesmo de filme Norte Americano, que faz o que bem entende esteja onde estiver. E onde foram parar os corpos dos outros companheiros de Bin Laden como possívelmente a mulher e o filho.
Muitos acreditam que Bin Laden já estava morto a muito tempo, sem conhecimento das tropas inimigas a Al Qaeda, e a unica foto postada, foi postada por internautas mostrando uma comparação contraditória feita por fotoshop, de uma possível morte de Bin Laden em 2009.
Sabe-se na mídia em geral que ontem pelo menos um grupo aliado à Al Qaeda, o Movimento dos Talebans do Paquistão (TTP), já confirmou que vai reagir à morte de Bin Laden.
“Se conheceu o martírio, vingaremos sua morte e lançaremos ataques contra os governos americano e paquistanês, assim como contra as forças de segurança, inimigos do islã”, disse o porta-voz do TTP, Ehsanullah Ehsan.
As forças de segurança os serviços de inteligência dos Estados Unidos vão redobrar sua vigilância devido às possibilidades de represálias de grupos ligados à Al Qaeda à morte do líder da rede terrorista, Osama Bin Laden.
“Ainda que Bin Laden esteja morto, a Al Qaeda não está”, disse o diretor da CIA, Leon Panetta, em um comunicado distribuído aos funcionários desse organismo.
Operação durou 40 minutos: quatro mortos, seis feridos
A caçada a Bin Laden foi um serviço rápido: em apenas 40 minutos, soldados chegaram de helicóptero à mansão de Abbottabad e invadiram a mansão.
Quatro helicópteros americanos decolaram da cidade de Ghazi. Quando chegaram à região da mansão, homens subiram ao terraço e dispararam foguetes. Houve explosões, mas foi confirmado que somente um dos helicópteros pousou por problemas mecânicos.
O passo-a-passo da operação ainda não foi esclarecido. Sabe-se que as tropas invadiram a mansão e houve trocas de tiros. Bin Laden teria resistido ao ataque, mas acabou morto com um tiro na cabeça.
Na operação também morreu o mensageiro que possibilitou a operação, além de um irmão e um filho de Bin Laden. Uma mulher também teria morrido. Quatro crianças e duas mulheres foram levadas em uma ambulância. Após a operação, o helicóptero danificado foi destruído pelos soldados norte-americanos.
Bin Laden foi reconhecido por meio de seu rosto e teve seu corpo posto num helicóptero e levado embora do local. Pouco depois, o líder da Al-Qaeda e maior procurado pelo governo americano, foi sepultado no mar. A localização não foi informada.
Corpo do terrorista teria sido lançado ao mar
John Brennan, assessor de segurança nacional do presidente americano, disse ontem que o corpo de Osama Bin Laden foi lançado ao mar seguindo as tradições islâmicas. O local não foi divulgado. Brennan, não quis dar detalhes da cerimônia e de quem esteve presente. Questionado sobre detalhes como o lençol branco no qual o corpo é enrolado, ou a presença de um imame (ministro da religião islâmica), o assessor do presidente Barack Obama reiterou apenas que as tradições islâmicas foram seguidas.
Afirmam também que Bin Laden foi morto com um tiro de um dos cerca de 20 militares da Marinha dos Estados Unidos que invadiram, em helicópteros, sua mansão de alta segurança em Abbottabad, cidade a cerca de 50 km da capital paquistanesa.
Ação foi ‘catastrófica’, relata especialista
Uma operação catastrófica, mal divulgada, mal conduzida, abusiva e que causou muito desagrado ao mundo árabe. Esta é a avaliação feita pelo pesquisador do laboratório de estudos do tempo presente da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Daniel Chaves sobre a operação norte-americana que terminou com a morte do líder do grupo terrorista Al-Qaeda.
O pesquisador lembra que a operação terá um forte apelo eleitoral. Isso porque os Estados Unidos estão em guerra com países do mundo árabe desde o episódio que ficou conhecido como 11/09. O anúncio feito pelo presidente Obama, para Daniel Chaves, vai alavancar a popularidade do chefe de estado norte-americano, que busca a reeleição no pleito do ano que vem. O especialista em estudos do tempo presente da UFRJ alerta, ainda, para a possibilidade de haver retaliações aos americanos daqui para frente.
Terrorista tentou se proteger usando mulher como escudo
Uma mulher foi usada como escudo humano pelo líder da al-Qaeda, Osama Bin Laden, durante a ação que resultou em sua morte. “Havia uma mulher que estava na linha de fogo que foi usada como escudo humano para proteger Bin Laden dos ataques que se aproximavam”, disse John Brennan, um dos principais assessores da Casa Branca sobre segurança e ações antiterrorismo. Segundo ele, a mulher foi morta na operação. Segundo o assessor, Bin Laden estava armado e foi morto durante uma troca de tiros com as forças americanas. “Ele estava no meio da troca de tiros”, disse Brennan.
O assessor da Presidência disse ainda que é possível afirmar “com 99.9% de certeza” que o homem morto numa mansão fortificada no Paquistão é Bin Laden e que documentos encontrados no local estão sendo examinados. No entanto, na noite de ontem, governo norte-americano revelou que DNA comprovará a identidade do terrorista.
De acordo com Brennan, o sepultamento de Bin Laden foi realizado de acordo com os requisitos das leis islâmicas. Antes do pronunciamento de Brennan, o presidente Barack Obama disse que o mundo está mais seguro após a morte do líder da al-Qaeda, Osama Bin Laden, em um ataque de forças norte-americanas no Paquistão.
Centenas protestam contra a morte
Centenas de manifestantes foram às ruas da cidade paquistanesa de Quetta ontem protestar contra a morte de Osama Bin Laden. A manifestação foi organizada pelo partido Jamiat Ulema-i-Islam-Nazaryati (JUI-N).
Os manifestantes gritaram slogans de apoio ao Taleban e queimaram uma bandeira americana. Testemunhas calculam que cerca de 800 pessoas participaram do protesto.
O Taleban paquistanês prometeu organizar mais ataques no país em represália à morte de Bin Laden. Os Estados Unidos fecharam temporariamente sua embaixada em Islamabad, assim como consulados nas cidades paquistanesas de Lahore, Karachi e Peshawar, para evitar possíveis atos de violência.
Fonte:Agência:EFE
hollyhood
Los Angeles (EUA), 3 mai (EFE).- A morte do saudita Osama bin Laden em uma operação militar dos Estados Unidos no Paquistão representa para Hollywood uma oportunidade para reacender um gênero de filmes patrióticos.
Fonte : ÉPOCA
TERRORISTA OSAMA BIN LADEN É TIDO COMO MORTO PELAS AUTORIDADES NORTE-AMERICANAS.
Mediante as autoridades norte-americanas o terrorista saudita Osama Bin Laden, líder da Al Qaeda, foi morto no Paquistão neste domingo (1º), isso afirmou o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, em discurso à nação na madrugada desta segunda-feira (2), horário de Brasília. A caça por Bin Laden já durava quase 10 anos, desde os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, que deixaram milhares de mortos nos EUA.
Obama afirmou em seu discurso que quando assumiu a presidência pediu ao chefe da CIA, Leon Panetta, que colocasse a captura ou morte de Bin Laden como principal prioridade da guerra contra a Al Qaeda. De acordo com Obama, a inteligência do exército americano conseguiu uma pista sobre a localização do terrorista em agosto de 2010. Na semana passada o presidente decidiu que já havia dados suficientes para uma operação militar. Um pequeno grupo de soldados atacou o esconderijo do terrorista nesta domingo, na cidade de Abbottabad, no Paquistão. Nenhum soldado foi ferido. O presidente disse que a morte de Bin Laden é o maior feito dos EUA para destruir a Al Qaeda.
Em seu pronunciamento, Obama se dirigiu com ênfase às pessoas que perderam familiares nos atentados ou nas guerras do Iraque e do Afeganistão. “Em noite como essa, podemos dizer que a justiça foi feita”, afirmou o presidente americano. Obama disse que a perda dessas famílias nunca será esquecida, e que os EUA farão o que for preciso para evitar ataques terroristas em seu território. "O povo americano não escolheu essa luta. Ele veio para as nossas costas, e começou com a matança sem sentido dos nossos cidadãos", disse. Obama agradeceu ainda aos profissionais de inteligência e contraterrorismo e a todos que participaram da operação.
O presidente também afirmou que os EUA não estão em guerra com o islã. “Bin Laden não era um líder muçulmano”, disse. “Ele era um assassino em massa de muçulmanos.” De acordo com Obama, o governo do Paquistão foi avisado da operação, e que os líderes paquistaneses concordaram que esse é um momento histórico para as duas nações. Obama disse também que a morte de Bin Laden não acaba com o terrorismo. "Não há dúvidas de que a Al Qaeda vai continuar buscando nos atacar. Nos devemos - e vamos - continuar vigilantes aqui e no exterior", disse. "Mas hoje, fomos lembrados mais uma vez que a América pode fazer qualquer coisa que coloquemos nas nossas mentes."
O ex-presidente americano George W. Bush, que havia prometido a captura ou morte de Bin Laden durante seu mandato, publicou um comunicada parabenizando Obama e os militares e funcionários de inteligência envolvidos na missão. "Eles têm a nossa gratidão eterna" afirma o comunicado de Bush. "Essa conquista memorável marca uma vitória para a América, para as pessoas que buscam a paz em todo o mundo, e para todos aqueles que perderam entes queridos em 11 de setembro de 2001. A luta contra o terrorismo continua, mas esta noite a América enviou uma mensagem inconfundível: não importa quanto tempo leve, a justiça será feita."
domingo, 1 de maio de 2011
17 ANOS SEM AIRTON SENNA - UM PILOTO DIFERENTE DE TODOS.
Fonte:M+
Neste domingo completa 17 anos da morte de Ayrton Senna e o cmais+ regata uma edição do programa Roda Viva da TV Cultura, onde o piloto de Fórmula 1 fala sobre sua vida e desafios na carreira. No dia 1° de maio de 1994, um acidente fatal durante o Grande Prêmio de San Marino, no Circuito de Ímola, na Itália, parou de vez o piloto, fazendo os brasileiros se despedirem.
O seu grande mentor foi o piloto canadense Gilles Villeneuve. Senna foi considerado o melhor piloto da história e era apaixonada por corridas. Ayrton começou cedo. Seus primeiros quilômetros foram rodados e treinados nos karts. Dedicava-se inteiramente ao automobilismo, tanto que chegou ao posto de tricampeão de Fórmula 1. Sua motivação era a sua própria vontade de vencer. “Não existe nada mais, assim... que me dê mais motivação do que isso. Então eu acho que o amor que eu tenho pela minha atividade é o que me mantém e é a maior força que eu tenho”, declarou Senna durante o Roda Viva.
Além do preparo físico, um dos segredos de sucesso de Senna nas corridas era a prática do exercício mental. Após os treinos, o piloto visualizava mentalmente a corrida, como uma forma de condicionamento psicológico para fazer o percurso — exercício também praticado pelo jogador de basquete Michael Jordan.
Mesmo com seu esforço para ser o melhor, o piloto também creditava suas conquistas às pessoas que trabalhavam com ele. “A motivação é de saber que eu vou ter uma equipe, com 200, 300 pessoas trabalhando. Eles estão lá acreditando em mim, que eu vou estar lá na hora do "vamos ver" e que eu vou corresponder a expectativa deles”, dizia.
Segundo Senna, para ser um campeão de Fórmula 1 é preciso ter calma, saber se controlar e ter uma bom equipe de apoio. “Antes de tudo, você precisa ter muita calma, tranquilidade e assessoria. Precisa de gente que realmente está na retaguarda, te dando as dicas, te ensinando e procurando minimizar as mancadas, né? Acho que a regra principal é saber se segurar, e é um grande problema, porque um jovem tem um ímpeto, tem a vontade de fazer tudo correndo. Eu sou muito assim por dentro, mas errando eu fui aprendendo e estou aprendendo ainda, que de vez em quando, tem que dar uma freada. Engatar uma reduzida, diminuir um pouco o ritmo, porque você acaba perdendo muito mais do que ganhando com muito ímpeto”.
sábado, 30 de abril de 2011
Fonte: http://www.cnbb.org.br/site/imprensa/noticias/
Começou a vigília para a beatificação do papa João Paulo II que havia sido aprovado em Janeiro (14/sexta-feira), pelo papa Bento XVI.A publicação do decreto que comprova um milagre atribuído à intercessão de João Paulo II para a beatificação está marcada para 1º de Maio, domingo da Divina Misericórdia.
A data escolhida para a beatificação recorda a celebração litúrgica mais próxima da morte de João Paulo II, falecido na véspera da festa da Divina Misericórdia.
O milagre, agora confirmado, refere-se à cura da freira francesa Marie Simon Pierre, que sofria da doença de Parkinson. A religiosa pertence à congregação das Irmãzinhas das Maternidades Católicas e trabalha em Paris, França, tendo superado, em 2005, todos os sintomas da doença de que sofria há quatro anos.
Segundo o cardeal Prefeito da Congregação das Causas dos Santos, dom Ângelo Amato, o decreto sobre a cura da irmã Marie Simon é o que terá mais ressonância na Igreja Católica e no mundo.
No dia 13 de Maio de 2005, apenas quarenta e dois dias após a morte de João Paulo II, o papa Bento XVI anunciou o início imediato do processo de canonização de Karol Wojtyla, dispensando o prazo canônico de cinco anos para a promoção da causa. E em dezembro de 2009, o atual Papa assinou o decreto que reconhece as “virtudes heróicas” de Karol Wojtyla, primeiro passo para a beatificação.
Sucessor de São Pedro, João Paulo II tornou-se papa em 16 de outubro de 1978, prosseguindo até 2 de abril de 2005, quando faleceu após mais de 25 anos.
De: Isabela M.dos Guimarães Peixoto
FONTE: Virtuália - O Manifesto Digital
NO FERIADO DO DIA DO TRABALHO COMPLETARÁ 30 ANOS DO ATENTADO A BOMBA NO RIOCENTRO
Pressionada pelas comunidades internacionais, pelas provas irrefutáveis de tortura e assassínio nos bastidores dos serviços de inteligência, a ditadura militar brasileira, desgastada e agonizante, viu-se obrigada a mudar os seus métodos de repressão, oferecendo uma abertura política lenta e gradual, iniciada no fim do governo do general Ernesto Geisel.
Em 1979, o general João Figueiredo assumiu a presidência, herdando o processo de abertura iniciado no governo anterior. Diante do inevitável colapso da ditadura, o principal objetivo do último governo Figueiredo era trazer as tropas que estavam no poder de volta às casernas, sem que se lhe fosse imputadas culpas e responsabilidades pelos danos durante os anos que se mantiveram no poder, salvaguardando que viessem a responder pelas mortes nos seus porões.
Extinto o Ato Institucional nº 5 (AI 5), o processo de abertura tornou-se irreversível. A partir de 1979 os sindicatos tomaram fôlego, as greves por melhores direitos voltaram; o movimento estudantil reconstruiu as suas organizações extintas; lideres políticos e sindicais voltaram aos palanques, ressuscitando as comemorações do 1 de Maio, Dia Internacional do Trabalho; jornais de esquerda voltaram a circular nas bancas de revistas.
Assustados com as manifestações, silenciadas por anos através de uma aguda repressão, inconformados com o fim do regime instaurado em 1964, partes conservadoras do velho sistema passaram a promover atos de sabotagem no processo de abertura, radicalizando suas ações através de atentados terroristas com bombas explodindo bancas de revistas, redação de jornais de esquerda, sede de entidades como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), ou locais onde ocorresse apresentação de espetáculos de protesto. O terrorismo promovido pela ala radical do regime militar tinha como objetivos a desestabilização do processo de abertura e evitar a entrega do poder aos civis.
As comemorações do 1 de Maio, proibidas desde 1968, eclodiram por todo o país a partir de 1979, sendo pontuadas com grandes espetáculos reunindo os maiores nomes da Música Popular Brasileira da época. Em 1981, na noite de 30 de abril, um desses grandes shows realizava-se nos palcos do Riocentro, no Rio de Janeiro, quando uma bomba explodiu no estacionamento de carros local. Meia hora depois, uma segunda bomba explodia na casa de força quando a cantora Elba Ramalho fazia a sua apresentação. Além de ícones da MPB, como Chico Buarque, Gal Costa, Gonzaguinha, Zizi Possi e muitos outros, uma platéia de vinte mil pessoas assistia ao espetáculo. A bomba, explodida antes da hora, matou o sargento Guilherme Pereira do Rosário e feriu gravemente o capitão Wilson Machado, portadores dos explosivos. A fatalidade que matou os próprios algozes, evitou que se fizesse mártires dentro da MPB, desmascarando os serviços de inteligência da ditadura militar, encerrando de vez a fase das bombas sobre a abertura. A empreitada terrorista entrou para a história como o Atentado do Riocentro, sem que os seus mentores e envolvidos jamais fossem punidos.
NO FERIADO DO DIA DO TRABALHO COMPLETARÁ 30 ANOS DO ATENTADO A BOMBA NO RIOCENTRO
Pressionada pelas comunidades internacionais, pelas provas irrefutáveis de tortura e assassínio nos bastidores dos serviços de inteligência, a ditadura militar brasileira, desgastada e agonizante, viu-se obrigada a mudar os seus métodos de repressão, oferecendo uma abertura política lenta e gradual, iniciada no fim do governo do general Ernesto Geisel.
Em 1979, o general João Figueiredo assumiu a presidência, herdando o processo de abertura iniciado no governo anterior. Diante do inevitável colapso da ditadura, o principal objetivo do último governo Figueiredo era trazer as tropas que estavam no poder de volta às casernas, sem que se lhe fosse imputadas culpas e responsabilidades pelos danos durante os anos que se mantiveram no poder, salvaguardando que viessem a responder pelas mortes nos seus porões.
Extinto o Ato Institucional nº 5 (AI 5), o processo de abertura tornou-se irreversível. A partir de 1979 os sindicatos tomaram fôlego, as greves por melhores direitos voltaram; o movimento estudantil reconstruiu as suas organizações extintas; lideres políticos e sindicais voltaram aos palanques, ressuscitando as comemorações do 1 de Maio, Dia Internacional do Trabalho; jornais de esquerda voltaram a circular nas bancas de revistas.
Assustados com as manifestações, silenciadas por anos através de uma aguda repressão, inconformados com o fim do regime instaurado em 1964, partes conservadoras do velho sistema passaram a promover atos de sabotagem no processo de abertura, radicalizando suas ações através de atentados terroristas com bombas explodindo bancas de revistas, redação de jornais de esquerda, sede de entidades como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), ou locais onde ocorresse apresentação de espetáculos de protesto. O terrorismo promovido pela ala radical do regime militar tinha como objetivos a desestabilização do processo de abertura e evitar a entrega do poder aos civis.
As comemorações do 1 de Maio, proibidas desde 1968, eclodiram por todo o país a partir de 1979, sendo pontuadas com grandes espetáculos reunindo os maiores nomes da Música Popular Brasileira da época. Em 1981, na noite de 30 de abril, um desses grandes shows realizava-se nos palcos do Riocentro, no Rio de Janeiro, quando uma bomba explodiu no estacionamento de carros local. Meia hora depois, uma segunda bomba explodia na casa de força quando a cantora Elba Ramalho fazia a sua apresentação. Além de ícones da MPB, como Chico Buarque, Gal Costa, Gonzaguinha, Zizi Possi e muitos outros, uma platéia de vinte mil pessoas assistia ao espetáculo. A bomba, explodida antes da hora, matou o sargento Guilherme Pereira do Rosário e feriu gravemente o capitão Wilson Machado, portadores dos explosivos. A fatalidade que matou os próprios algozes, evitou que se fizesse mártires dentro da MPB, desmascarando os serviços de inteligência da ditadura militar, encerrando de vez a fase das bombas sobre a abertura. A empreitada terrorista entrou para a história como o Atentado do Riocentro, sem que os seus mentores e envolvidos jamais fossem punidos.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Os recém-casados príncipe William e Kate Middleton retornaram nesta sexta-feira dia (29), ao palácio de Buckingham para participar da festa que o príncipe Charles oferece a cerca de 300 pessoas, informou a agência de notícias EFE.
Para a cerimônia, Kate usou outro modelo de Sarah Burton, da marca de Alexander McQueen: um vestido de noite branco de cetim, bordado de brilhantes na cintura.
O príncipe, como o resto dos convidados, chegou com um fraque para a festa que incluirá música e baile para os familiares e amigos mais próximos.
A rainha Elizabeth 2ª, que deixou Londres para passar o fim de semana fora, cedeu sua residência para a comemoração da festa.
A família Middleton realiza outro jantar, no hotel Goring, para cem convidados próximos dos pais de Kate.
A agência de notícias Reuters relatou que nas ruas de Londres, a comemoração se tornou um ato patriótico. A EFE também relata que o “orgulho de ser britânico” se tornou lema na ocasião.
Jogo da memória testa conhecimentos sobre a realeza
Durante o dia, cerca de 500 mil de pessoas se reuniram no londrino Hyde Park para acompanhar minuto a minuto a cerimônia, desde a chegada dos noivos à abadia de Westminster até sua saída ao balcão do palácio de Buckingham, já como marido e mulher, para saudar os presentes e darem não um, mas dois beijos.
Na Trafalgar Square, no Green Park, onde também foram instalados telões para acompanhar o evento, e no Hyde Park, o ponto culminante foi quando os noivos pronunciaram o "sim", momento em que foram disparados canhões de confete sobre a multidão.
Posteriormente, os inúmeros admiradores do casal, oriundos de todo o país, além dos milhares de turistas, explodiram em gritos de júbilo após o beijo dos noivos, "o momento mais lindo do dia", segundo Becky, uma menina de 13 anos que compareceu ao centro da cidade acompanhada de seus pais, informou a Reuters.
O evento teve aproximadamente de 2 bilhões de espectadores no mundo e 1 milhão nas ruas de Londres. A polícia de Londres disse que foi a maior concentração popular nas ruas da cidade para um evento.
O acontecimento, um dos mais aguardados do ano e que empolgou a multidão, foi ainda descrito como um sucesso em termos de segurança, com pouco mais de 50 detenções.
Para a cerimônia, Kate usou outro modelo de Sarah Burton, da marca de Alexander McQueen: um vestido de noite branco de cetim, bordado de brilhantes na cintura.
O príncipe, como o resto dos convidados, chegou com um fraque para a festa que incluirá música e baile para os familiares e amigos mais próximos.
A rainha Elizabeth 2ª, que deixou Londres para passar o fim de semana fora, cedeu sua residência para a comemoração da festa.
A família Middleton realiza outro jantar, no hotel Goring, para cem convidados próximos dos pais de Kate.
A agência de notícias Reuters relatou que nas ruas de Londres, a comemoração se tornou um ato patriótico. A EFE também relata que o “orgulho de ser britânico” se tornou lema na ocasião.
Jogo da memória testa conhecimentos sobre a realeza
Durante o dia, cerca de 500 mil de pessoas se reuniram no londrino Hyde Park para acompanhar minuto a minuto a cerimônia, desde a chegada dos noivos à abadia de Westminster até sua saída ao balcão do palácio de Buckingham, já como marido e mulher, para saudar os presentes e darem não um, mas dois beijos.
Na Trafalgar Square, no Green Park, onde também foram instalados telões para acompanhar o evento, e no Hyde Park, o ponto culminante foi quando os noivos pronunciaram o "sim", momento em que foram disparados canhões de confete sobre a multidão.
Posteriormente, os inúmeros admiradores do casal, oriundos de todo o país, além dos milhares de turistas, explodiram em gritos de júbilo após o beijo dos noivos, "o momento mais lindo do dia", segundo Becky, uma menina de 13 anos que compareceu ao centro da cidade acompanhada de seus pais, informou a Reuters.
O evento teve aproximadamente de 2 bilhões de espectadores no mundo e 1 milhão nas ruas de Londres. A polícia de Londres disse que foi a maior concentração popular nas ruas da cidade para um evento.
O acontecimento, um dos mais aguardados do ano e que empolgou a multidão, foi ainda descrito como um sucesso em termos de segurança, com pouco mais de 50 detenções.
Com a união, eles se tornam o duque e a duquesa de Cambridge, mas o clímax da cerimônia pode até não ter sido o consentimento formal, dentro da abadia de Westminster, mas o beijo tão aguardado em todo o mundo.
De:Isabela M.dos Guimarães Peixoto
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