sexta-feira, 24 de junho de 2011

MORREU NESTA ULTIMA MADRUGADA O JORNALISTA ROBERTO PAULINO( EX- PRESIDENTE DA MANGUEIRA )

Morreu nesta madrugada no Rio de janeiro o ex-presidente da grandiosa escola de samba estação primeira de Mangueira,  a morte ocorrida no Hospital Copa D'Or, em Copacabana, foi decorrência de um choque séptico. O corpo foi velado do Cemitério São João Batista e será cremado na tarde de sábado no Memorial do Carmo, no Caju.

O jornalista Roberto Paulino, foi presidente da Mangueira entre 1960 e 1963, período em que a escola de samba foi duas vezes campeã do carnaval carioca. A gestão de Paulino foi marcada pela criação das alas das baianas e das crianças e pelo início da profissionalização dos desfiles. Em 2009, ele foi eleito presidente de honra da escola, em substituição ao intérprete Jamelão, que morreu em 2008.

Roberto Fernando Paulino Ludolf Soares de Souza se aproximou da comunidade mangueirense no início dos anos 50, quando foi trabalhar na fábrica de sua família, a Companhia Brasileira de Cerâmica, vizinha do morro. Passou a desfilar na escola e foi eleito presidente com apenas 24 anos. No livro "Do Country Club à Mangueira", lançado em 2003, conta a experiência de jovem da alta sociedade carioca apaixonado e integrado a uma das mais populares escolas de samba do Rio. O atual presidente da Mangueira, Ivo Meirelles, lamentou a morte de Paulino no site oficial da escola. "Um homem honrado, inteligente e lutador, que muito fez por nossa bandeira", descreveu.



Roberto Paulino trabalhou nos jornais O Globo, Jornal do Brasil e O Estado de S. Paulo. Tinha três filhos, nove netos e dois bisnetos. O filho mais velho, Fernando Paulino Neto, é chefe de reportagem da sucursal do Rio do jornal O Estado de S. Paulo. Paulino morreu aos 76 anos, de choque séptico, no Hospital Copa D'Or, em Copacabana, na zona sul da capital fluminense. O corpo foi velado do Cemitério São João Batista e será cremado na tarde de amanhã no Memorial do Carmo, no Caju (zona portuária).

APESAR DE ELOGIAR A LEI SECA INDIO DA COSTA (PSD) TEM HABILITAÇÃO APREENDIDA E RESPONDERÁ PROCESSO NO DETRAN

Ao sair de casa para pegar a namorada no Leblon-RJ, o ex-candidato a vice-presidência da República Indio da Costa (PSD) foi parado na rua Batorlomeu Mitre, no mesmo ponto onde o ex-senador  Aécio Neves (PSDB) em abril teve a carteira de habilitação apreendida por fiscais da Lei Seca após se  recusar a fazer o teste do bafômetro. - "Bebi uma taça de vinho no almoço e não sei quantas horas demora para efeito de teste" - explica Indio. Além da carteira de habilitação apreendida, o também ex deputado terá que pagar R$957,70 e responder a processo  administrativo no DETRAN. Um amigo foi chamado para conduzir o seu carro e apesar do transtorno Indio da Costa comentou posteriormente em seu perfil no Twiter: -A lei é extraordinária. E a forma como é feita no Rio melhor ainda.

Hackers -"Aqui ninguém é criminoso, criminoso é quem usa terno e gravata"


Aproximadamente 500 sites de prefeituras  saíram do ar nesta sexta-feira por conta de ataques de hackers. A autoria desses ataques, no entanto, é totalmente incerta. Pelo menos três grupos assumem a autoria desses ataques. O LulzSec e o Anonymous já tinham assumido ataques nos últimos dias, mas a novidade é o grupo brasileiro Fatal Error Crew.

Pelo Twitter, o grupo assumiu os ataques desta sexta-feira e se diz diferente dos grupos internacionais, que já atacaram a Sony, Visa e outras multinacionais. O Fatal Error Crew afirma ter uma ideologia e a maioria dos seus posts no Twitter manifesta protestos contra a corrupção. Eles não se dizem criminosos: "Aqui ninguém é criminoso, criminoso é quem usa terno e gravata", diz um post, provavelmente se referindo a políticos.

Hackers divulgaram nesta sexta-feira dados do suposto líder da Lulzsec Brasil. Ele seria o responsável por atacar o site da Presidência da República, da Petrobras e por divulgar dados pessoais da presidente Dilma Rouseff e do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.

O Jornal do Brasil teve acesso ao documento, divulgado pelo braço internacional da Lulz Security. De acordo com os hackers, o goiano Alexandre Brasil de Abreu teria usado indevidamente o nome da LulzSec para atrair a atenção da mídia e estaria envolvido com com fraudes bancárias na internet.

Fonte:O Jornal do brasil

POLÍCIA REDOBRA ATENÇÃO APÓS INCURSÕES NO SUBÚRBIO DO RIO DE JANEIRO A PROCURA DE TRAFICANTES


Após a morte de oito homens durante uma operação do Batalhão de Operações Especiais (Bope),  que segundo a Secretaria de Segurança  seriam traficantes de drogas ,diante as operações  no Morro do Engenho, em Engenho da Rainha (Zona Norte do Rio) nesta  última quinta-feira (23), a Polícia Militar do Rio agora está em estado de atenção.

De acordo com  informações do chefe do Estado Maior da PM, coronel Álvaro Garcia, denúncias de represálias às mortes dos traficantes chegaram ao Serviço de Inteligência da Polícia Militar do Rio na tarde de ontem (23).

Um músico foi baleado no peito, na noite desta quarta-feira (22), durante um intenso tiroteio entre policiais militares e traficantes de drogas do Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho (Zona Norte do Rio).

Josimar Amanso Gomes, de 47 anos, foi atingido por uma bala perdida na Rua César Muzio, um dos acessos à favela, quando voltava para casa com a mulher e o filho de cinco anos. A mulher e a criança nada sofreram

Segundo a assessoria de imprensa da  Polícia Militar, a princípio não havia indícios para  capturar  criminosos do Morro da Mangueira - pacificada no último fim de semana - posteriormente houve rumores de que criminosos das últimas  áreas pacificadas podem estar escondidos no Morro do Juramento. Assim, PMs do 41º BPM (Irajá) ocupam o morro por tempo indeterminado.

Musico passa bem

Josimar foi inicialmente levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Irajá e depois transferido para o Hospital Getúlio Vargas, na Penha, onde foi operado,segundo secretaria de Segurança o músico passa bem e seu quadro é estável.

Fonte:O Estadão

Dois anos após a morte de Michael Jackson, SBT exibe Moonwalker .



Michael  Jackson começou a cantar e a dançar aos cinco anos de idade, iniciando-se na carreira profissional aos onze anos como vocalista dos Jackson Five ; começou logo depois uma carreira solo em 1971, permanecendo como membro do grupo. Reconhecido nos anos seguintes como Rei do Pop (King Of Pop), cinco de seus álbuns de estúdio se tornaram os mais vendidos mundialmente de todos os tempos: Off the Wall (1979), Thriller (1982), Bad (1987), Dangerous (1991) e HIStory (1995). Lançou-se em carreira solo no início da década de 1970, ainda pela Motown, gravadora responsável pelo sucesso do grupo formado por ele e os irmãos.

Em 1982,  já em idade adulta, gravou o álbum mais vendido e popular da história, Thriller. Jackson é frequentemente citado como "O maior ícone negro de todos os tempos", e com grande importância para a quebra de barreiras raciais, abrindo portas para a dominação da música negra na música popular.

No início dos anos 1980, tornou-se uma figura dominante na música popular e o primeiro cantor afro-americano a receber exibição constante na MTV. A popularidade de seus vídeos musicais transmitidos pela MTV, como "Beat It", "Billie Jean" e "Thriller" são creditados como a causa da transformação do videoclipe em forma de promoção musical e também de ter tornado o então novo canal famoso.

  Michael foi o autor  de um estilo totalmente novo de dança, utilizando especialmente os pés. Com suas performances no palco e clipes, Jackson popularizou uma série de complexas técnicas de dança, como o Robot, o "The Lean" (inclinação de 45º), o famoso "Moonwalk". Seu estilo diferente e único de cantar e dançar, bem como a sonoridade de suas canções influenciaram uma série de artistas nos ramos do hip hop, pop, R&B e rock.

Vídeos como "Black or White", "Scream", "Earth Song", entre outros, mantiveram a alta rotatividade dos vídeos de Jackson durante a década de 1990. Jackson também foi um notável filantropo e humanitário, doando milhões de dólares durante toda sua carreira a causas beneficentes por meio da Dangerous World Tour, compactos voltados à caridade e manutenção de 39 centros de caridades, através de sua própria fundação. No entanto, outros aspectos da sua vida pessoal, como a mudança de sua aparência, principalmente a da cor de pele devido ao vitiligo geraram controvérsia significante a ponto de prejudicar sua imagem pública.

Em 1993 foi acusado de abuso infantil, mas a investigação foi arquivada devido a falta de provas e Jackson não foi a tribunal. Depois, casou-se e foi pai de três filhos, todos os quais geraram controvérsia do público. Em 2005, Jackson foi julgado e absolvido das alegações de abuso infantil.

Um dos poucos artistas a entrar duas vezes ao Rock And Roll Hall of Fame, seus outros prêmios incluem vários recordes certificados pelo Guinness World Records, incluindo "O maior artista de todos os tempos" e um para Thriller como o álbum mundialmente mais vendido de todos os tempos - quinze Grammys e 41 canções a chegar ao topo das paradas como cantor solo - e vendas que superam as 750 milhões de unidades mundialmente, sendo que alguns empresários da Sony já registram a incrível marca de mais de 1 bilhão,sendo o artista mais vendido de todos os tempos. Sua vida, constantemente nos jornais, somada a sua carreira de sucesso como popstar fez dele parte da história da cultura popular por mais de quatro décadas. Nos últimos anos, foi citado como "a pessoa mais famosa do mundo".

 Nascido em Gary, 29 de agosto de 1958  Michael Joseph Jackson  além de um famoso cantor,foi também   compositor, dançarino, multiinstrumentista e produtor norte-americano.  Falecido em Los Angeles, 25 de junho de 2009 .

O SBT exibirá Moonwalker dia 25/06 às às 22h45, o clássico Moonwalker no Cine Belas Artes.  Criado em 1987, o longa tem Michael Jackson como protagonista .

Fonte:Wikipédia

MARCHA PARA JESUS - Segundo a Renascer, 800 caravanas com 35 mil pessoas de outras cidades vieram para o ato.


Organizadores dizem que 800 caravanas com 35 mil pessoas foram ao evento evangélico, que chegou à 19ª edição

São Paulo. A 19ª edição da Marcha para Jesus reuniu 1,5 milhão de pessoas, ontem, em São Paulo, segundo a Polícia Militar. Os organizadores do evento, porém, estimaram 5 milhões de participantes.

Entre os presentes, estavam o casal fundador da Igreja Renascer em Cristo, Estevam e Sônia Hernandes, o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) e o pastor Silas Malafaia.

"Meu Deus é o dono do ouro e da prata. Enquanto meu Deus age, ninguém pode impedir", afirmou a bispa Sônia.

A marcha partiu da praça da Luz (centro) às 10h e percorreu quatro quilômetros até a praça. No trajeto, a multidão se apertava para seguir os trios elétricos. Nas solas dos calçados, cada um levava seu pedido de bênção. A partir das 13h, começaram os atos religiosos e os shows de música gospel. Todas as atrações terminaram às 21h.

Segundo a Renascer, 800 caravanas com 35 mil pessoas de outras cidades vieram para o ato. Há representantes de outras igrejas como Assembleia de Deus, Bola de Neve, Batista Betel e Sara Nossa Terra.

Polêmica

Indagado sobre sua posição em relação à decisão do Supremo Tribunal Federal que autorizou a união estável entre casais homossexuais, o presidente do evento, Estevam Hernandes, não quis responder. "Cada um é livre para expressar sua opinião, mas este não é um evento político", esquivou-se.

No meio do público, a estudante de publicidade Laís Fernandes, que veio com o namorado e dois amigos de São José dos Campos, também não quis opinar. "Só falam desse assunto, mas a minha reclamação é outra. Onde é que está o Kaká?". O jogador não compareceu. Estrela do evento no ano passado, ele se desligou da Renascer. "Temos alguns jogadores, como o Júlio César, do Corinthians, mas a grande estrela é Jesus", afirmou Hernandes.

Fonte:G1  

quinta-feira, 23 de junho de 2011

CARTA ABERTA A PALESTINA - Roger Waters (fundador dos Pink Floyd)

( do fundador dos Pink Floyd )

O controle repugnante e draconiano que Israel exerce sobre os palestinos exige que as pessoas, com sentido de justiça, os apoiem na sua resistência civil

   Em 1980, uma canção que escrevi, “Another Brick in the Wall Part 2”, foi proibida pelo governo da África do Sul porque estava a ser usada por crianças negras sul-africanas para reivindicar o seu direito a uma educação igual. Esse governo de apartheid impôs um bloqueio cultural, por assim dizer, sobre algumas canções, incluindo a minha.

Vinte e cinco anos mais tarde, em 2005, crianças palestinianas que participavam num festival na Cisjordânia usaram a canção para protestar contra o muro do apartheid israelita. Elas cantavam: “Não precisamos da ocupação! Não precisamos do muro racista!” Nessa altura, eu não tinha ainda visto com os meus olhos aquilo sobre o que elas estavam a cantar.

Um ano mais tarde, em 2006, fui contratado para actuar em Telavive.

Palestinos do movimento de boicote académico e cultural a Israel exortaram-me a reconsiderar. Eu já me tinha manifestado contra o muro, mas não tinha a certeza de que um boicote cultural fosse a via certa. Os defensores palestinos de um boicote pediram-me que visitasse o território palestiniano ocupado para ver o muro com os meus olhos antes de tomar uma decisão. Eu concordei.

Sob a protecção das Nações Unidas, visitei Jerusalém e Belém. Nada podia ter-me preparado para aquilo que vi nesse dia. O muro é um edifício revoltante. Ele é policiado por jovens soldados israelitas que me trataram, observador casual de um outro mundo, com uma agressão cheia de desprezo. Se foi assim comigo, um estrangeiro, imaginem o que deve ser com os palestinos, com os subproletários, com os portadores de autorizações. Soube então que a minha consciência não me permitiria afastar-me desse muro, do destino dos palestinos que conheci, pessoas cujas vidas são esmagadas diariamente de mil e uma maneiras pela ocupação de Israel. Em solidariedade, e de alguma forma por impotência, escrevi no muro, naquele dia: “Não precisamos do controle das ideias”.

Realizando nesse momento que a minha presença num palco de Telavive iria legitimar involuntariamente a opressão que eu estava a testemunhar, cancelei o meu concerto no estádio de futebol de Telavive e mudei-o para Neve Shalom, uma comunidade agrícola dedicada a criar pintainhos e também, admiravelmente, à cooperação entre pessoas de crenças diferentes, onde muçulmanos, cristãos e judeus vivem e trabalham lado a lado em harmonia.

Contra todas as expectativas, ele tornou-se no maior evento musical da curta história de Israel. 60.000 fãs lutaram contra engarrafamentos de trânsito para assistir. Foi extraordinariamente comovente para mim e para a minha banda e, no fim do concerto, fui levado a exortar os jovens que ali estavam agrupados a exigirem ao seu governo que tentasse chegar à paz com os seus vizinhos e que respeitasse os direitos civis dos palestinianos que vivem em Israel.

Infelizmente, nos anos que se seguiram, o governo israelita não fez nenhuma tentativa para implementar legislação que garanta aos árabes israelitas direitos civis iguais aos que têm os judeus israelitas, e o muro cresceu, inexoravelmente, anexando cada vez mais a faixa ocidental.

Aprendi nesse dia de 2006 em Belém alguma coisa do que significa viver sob ocupação, encarcerado por trás de um muro. Significa que um agricultor palestino tem de ver oliveiras centenárias ser arrancadas. Significa que um estudante palestino não pode ir para a escola porque o checkpoint está fechado. Significa que uma mulher pode dar à luz num carro, porque o soldado não a deixará passar até ao hospital que está a dez minutos de estrada. Significa que um artista palestiniano não pode viajar ao estrangeiro para exibir o seu trabalho ou para mostrar um filme num festival internacional.

Para a população de Gaza, fechada numa prisão virtual por trás do muro do bloqueio ilegal de Israel, significa outra série de injustiças. Significa que as crianças vão para a cama com fome, muitas delas malnutridas cronicamente. Significa que pais e mães, impedidos de trabalhar numa economia dizimada, não têm meios de sustentar as suas famílias. Significa que estudantes universitários com bolsas para estudar no estrangeiro têm de ver uma oportunidade escapar porque não são autorizados a viajar.

Na minha opinião, o controle repugnante e draconiano que Israel exerce sobre os palestinos de Gaza cercados e os palestinos da Cisjordânia ocupada (incluindo Jerusalém oriental), assim como a sua negação dos direitos dos refugiados de regressar às suas casas em Israel, exige que as pessoas com sentido de justiça em todo o mundo apoiem os palestinos na sua resistência civil, não violenta.

Onde os governos se recusam a atuar, as pessoas devem fazê-lo, com os meios pacíficos que tiverem à sua disposição. Para alguns, isto significou juntar-se à Marcha da Liberdade de Gaza; para outros, isto significou juntar-se à flotilha humanitária que tentou levar até Gaza a muito necessitada ajuda humanitária.

Para mim, isso significa declarar a minha intenção de me manter solidário, não só com o povo da Palestina, mas também com os muitos milhares de israelitas que discordam das políticas racistas e coloniais dos seus governos, juntando-me à campanha de Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS) contra Israel, até que este satisfaça três direitos humanos básicos exigidos na lei internacional.

1. Pondo fim à ocupação e à colonização de todas as terras árabes [ocupadas desde 1967] e desmantelando o muro;
2. Reconhecendo os direitos fundamentais dos cidadãos árabo-palestinianos de Israel em plena igualdade; e
3. Respeitando, protegendo e promovendo os direitos dos refugiados palestinianos de regressar às suas casas e propriedades como estipulado na resolução 194 da ONU.

A minha convicção nasceu da ideia de que todas as pessoas merecem direitos humanos básicos. A minha posição não é antisemita. Isto não é um ataque ao povo de Israel. Isto é, no entanto, um apelo aos meus colegas da indústria da música e também a artistas de outras áreas para que se juntem ao boicote cultural.

Os artistas tiveram razão de recusar-se a atuar na estação de Sun City na África do Sul até que o apartheid caísse e que brancos e negros gozassem dos mesmos direitos. E nós temos razão de recusar atuar em Israel até que venha o dia – e esse dia virá seguramente – em que o muro da ocupação caia e os palestinianos vivam ao lado dos israelitas em paz, liberdade, justiça e dignidade, que todos eles merecem.

Fonte:Brasil de Fato